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Enxame de cupins cobre para-brisa, e motorista precisa parar duas vezes na BR-262

G1
04 de Novembro de 2026 às 16:18
2 min de leitura
Enxame de cupins cobre para-brisa, e motorista precisa parar duas vezes na BR-262

Motorista para duas vezes na BR para limpar para-brisa coberto por cupins em MS O corretor de imóveis rurais Gennyson Hugo registrou o momento enquanto dirigia na estrada e cupins atingiram o carro na BR-262, no trecho entre Aquidauana e Dois Irmãos do Buriti, municípios de Mato Grosso do Sul. O caso aconteceu à noite, quando o acúmulo de insetos cobriu o para-brisa e reduziu a visibilidade do motorista na rodovia. Veja o vídeo acima. As imagens mostram o vidro dianteiro coberto pelos insetos que batiam contra o veículo em movimento. Ao parar o automóvel para checar a situação, o motorista gravou a frente do carro, a grade do motor e os retrovisores tomados pelos cupins. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Alerta para os motoristas A frente do carro ficou tomada pelos cupins na estrada. Arquivo pessoal Gennyson Hugo atua há mais de dez anos no mercado de negócios rurais na região e relata que precisou parar o veículo diversas vezes no acostamento para fazer a limpeza do vidro e garantir a segurança do trajeto "É a primeira vez que vejo isso acontecer", relata Hugo. Após a viagem, o profissional usou as redes sociais para alertar outros condutores sobre os riscos da presença dos insetos na pista. Segundo ele, o acúmulo no vidro prejudica a visão da estrada e aumenta o risco de acidentes durante o período noturno. "A situação é perigosa e o risco de acidentes é grande. Quem passar por esse trecho, redobre os cuidados". Curiosidades sobre cupins Eles trabalham 24 horas por dia. Os cupins não descansam como os seres humanos. A colônia permanece ativa continuamente. Nem sempre são visíveis. Grande parte da atividade ocorre dentro da madeira, atrás de paredes ou no subsolo. Existem castas dentro da colônia. Assim como ocorre com as formigas, os cupins possuem funções diferentes entre operários, soldados e reprodutores. Uma colônia pode viver por muitos anos. Algumas colônias conseguem sobreviver por décadas quando não são identificadas e tratadas. Os danos podem começar antes dos sinais aparecerem. Quando o morador percebe a infestação, a deterioração frequentemente já está em estágio avançado. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
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