TSE admite ação do Novo contra Lula e Alckmin por abuso de poder político
Lula e Alckmin em cerimônia Ricardo Stuckert/PR O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Rircado Villas Bôas Cueva, considerou que ação apresentada pelo Novo contra a chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) por abuso de poder político nas eleições preenche requisitos legais. O ministro determinou a notificação dos investigados para que apresentem defesa no prazo de cinco dias. Após manifestação dos advogados da chapa, Cueva decidirá se é o caso de encerrar ou instruir processo. A partir desse ponto, serião ouvidas testemunhas e coletadas provas para ser efetivamente analido se há elementos de abuso de poder político. A ação do partido apontou que o governo do presidente Lula editou 35 atos normativos, entre medidas provisórias e decretos, de 1º de janeiro a 16 de outubro de 2026, criando ou ampliando benefícios. Segundo o Novo, o número equivale à soma das medidas de natureza semelhante editadas nos três anos anteriores: 17 em 2023, quatro em 2024 e 14 em 2025. Outras 11 ações já foram abertas pela corregedoria do TSE com relação à chapa Lula-Alckim.
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